| |
liberdade de expressão's posts with tag: lula
30/06/08
A parada do orgulho gay de Brasília, DF, homenageou os sargentos homossexuais Laci Marinho de Araújo e Fernando de Alcântara Figueiredo. Os sargentos (um deles já se afastou do Exército) foram recentemente punidos por crimes de deserção, indisciplina e outras violações das regras militares. Como não podia deixar de ser, os sargentos e a militância gay acusam o Exército de "homofobia".
Entretanto, Laci recentemente disse em entrevista que o Exército é "um paraíso" para os gays, "cheio de homens pelados e sarados": "Existe coisa melhor para um homossexual do que tomar banho com um monte de homem pelado e sarado? Para um gay, as Forças Armadas são um paraíso".
Políticos participantes da frente parlamentar gayzista, que serve ao lobby GLBT (gays, lésbicas, bissexuais, transgêneros e travestis) no Congresso Nacional, já se reuniram a portas fechadas com o Ministro da Defesa e têm apelado até para o presidente Lula para intervir em favor dos homossexuais e modificar a legislação militar, que eles alegam ser "preconceituosa". parada-sargentos-gays.flv (3.1 MB)
 O tal André Petry, jornalista-militante anti-cristianismo, que escreve suas bobagens na "muito idônea" revista Veja, nesta semana caprichou.
Em seu artigo intitulado "A fé dos homofóbicos", demonstrando total desconhecimento do texto e das ciladas contidas no PLC 122/2006 (lei da mordaça gay) - ou uma imensa má-fé -, o sujeito soltou diversas pérolas em defesa da suposta necessidade de se proteger os inocentes homossexuais contra os ataques dos malvados cristãos. Com seu artigo, Petry deixa claro que, para ele e outros interessados, toda forma de atacar a religião é válida e bem-vinda, e essa lei é uma delas.
Será que um jornalista, profissional que tanto valoriza a liberdade de expressão (bem, na verdade, costuma valorizar mais a liberdade de imprensa, ou da empresa onde trabalha) não desconfia que, defendendo a validade da perseguição e da censura a idéias contrárias, em breve o feitiço pode virar contra o feiticeiro, e ele também ser censurado, processado, preso, por alguma coisa que ele disse ou escreveu?
Fica a questão.
Nos links a seguir temos algumas boas respostas ao infeliz artigo do Petry:
Ao diretor de redação da Revista Veja - Réplica ao artigo de André Petry Por João Cruzué http://olharcristao.blogspot.com/2008/06/ao-diretor-de-redacao-da-revista-veja.html
ARTICULISTA DA VEJA VOLTA A MANIFESTAR DESCONHECIMENTO, ALÉM DO SEU JÁ NOTÓRIO ANTICRISTIANISMO Por Marcos Monteiro Grillo http://www.veritatis.com.br/article/5340
O homem ético-moral e o homem legal — Ou: “Por que discordo de André Petry” Por Reinaldo Azevedo http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/2008/06/o-homem-tico-moral-e-o-homem-legal-ou.html
Delírios positivistas Por Jorge Ferraz http://januacoeli.wordpress.com/2008/07/01/delirios-positivistas/
O Petry e a sua evangelicofobia Por Valmir Nascimento Milomem http://comoviveremos.com/2008/07/03/evangelicofobia/ 
Lei da mordaça gay: PLENÁRIO / Pronunciamentos 25/06/2008 - 18h20 Magno Malta: projeto vai criar "império homossexual no Brasil" O senador Magno Malta (PR-ES) sustentou em discurso nesta quarta-feira (25) que o projeto de lei (PLC 122/06) que criminaliza a homofobia, em análise Senado, "vai criar um império homossexual no Brasil, uma casta diferenciada". Ele disse que o projeto dá aos homossexuais "o que não foi dado a outros grupos da sociedade que precisam de apoio, como os negros, os índios, os idosos". - Pelo projeto, se você não der emprego a um homossexual, você estará agindo de forma discriminatória e poderá ser preso. Se o demitir, também poderá ser preso. Se não alugar uma casa a um homossexual, também poderá ser preso. Ora, a Constituição já diz que ninguém pode discriminar por causa de religião, cor, raça, etnia, opção sexual. O que falta é educar o povo, para que os homossexuais não sejam discriminados - afirmou o senador. Magno Malta acusou os defensores do projeto de "tentar passar a idéia" de que "só os crentes são contrários ao projeto" e, por isso, acompanhou um grupo de pessoas de várias religiões - "e até ateus" - que trouxe aos senadores um manifesto contra o projeto. Para ele, a proposta está "eivada de inconstitucionalidades" e, por isso, irá apresentar um substitutivo à matéria - na Comissão de Direitos Humanos e Participação Legislativa - que "diz apenas que é crime discriminar, porque não precisa mais que isso". O presidente da Comissão de Direitos Humanos, senador Paulo Paim (PT-RS), que presidia a sessão plenária, disse que não permitirá que saia de lá um projeto com inconstitucionalidades e propôs que os dois lados entrem em acordo sobre o projeto. Disse ter ouvido que, se o projeto passar como está, o presidente Lula irá vetar alguns dispositivos. Magno Malta discordou e afirmou que "vai fazer tudo às claras" e que não cai "nessa história de acordo para o presidente da República vetar". Ele foi aplaudido por pessoas que estavam nas galerias do Plenário, as quais haviam participado de manifestação à frente do Congresso contra o projeto. Eli Teixeira / Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado) Fonte: http://www.senado.gov.br/agencia/verNoticia.aspx?codNoticia=76271&codAplicativo=2
25/06/2008 - 18h13 Magno Malta recebe evangélicos contrários à criminalização da homofobia O 4º secretário do Senado, Magno Malta (PR-ES) recebeu, nesta quarta-feira (25), na sala da Presidência, representantes da Frente Nacional Evangélica que vieram ao Congresso protestar contra a aprovação do projeto de lei da Câmara (PLC 122/06) que torna crime a discriminação contra homossexuais. Integrada por vários deputados federais, senadores e pastores de diversas igrejas evangélicas, a frente considera que, a pretexto de combater a homofobia, o PLC 122/06 fere a liberdade de manifestação religiosa e o direito à livre manifestação do pensamento. Isso porque criminalizaria "toda e qualquer manifestação contrária ao homossexualismo e às suas práticas, ferindo o direito constitucional que cada cidadão tem de, livremente, manifestar-se, expressar-se e opinar sobre qualquer tipo de conduta moral ou tema social". Na opinião do pastor Fadi Faraj, do Ministério da Fé, o projeto suprime o direito à opinião do indivíduo e confere mais direitos a uns cidadãos do que a outros. - Não se trata aqui da pessoa ter liberdade de ser o que gostaria de ser. Se ela quer ser homossexual, que seja; se quer se juntar com alguém, que se junte. Mas eu não preciso aceitar isso. Eu tenho minha opinião e não gostaria de ver meu filho recebendo educação que considero inadequada dentro de uma escola. Não gostaria de ver nossa liberdade constitucional violentada por eu ter que engolir algo em que eu não acredito- disse Fadi Faraj. O PLC 122/06, já aprovado na Câmara dos Deputados, encontra-se em análise na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) e na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado. Após o encontro com Magno Malta, os evangélicos se dirigiram ao Plenário e encaminharam à Mesa da Casa um manifesto contra a aprovação do PLC 122/06. Laércio Franzon / Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado) Fonte: http://www.senado.gov.br/agencia/verNoticia.aspx?codNoticia=76270&codAplicativo=2
Lei da mordaça gay:
25 de Junho de 2008 - 19h02
Evangélicos protestam no Congresso contra criminalização da homofobia
Da Agência Brasil
Brasília - Um grupo de 80 líderes evangélicos entregou hoje (25) à Mesa do Senado um manifesto contra a aprovação do projeto de lei que criminaliza a homofobia.
Os líderes representavam cerca de 500 evangélicos que fizeram um protesto em frente ao Senado contra a aprovação do projeto, e que foram impedidos de entrar no Congresso.
O grupo foi recebido pelo senador Magno Malta (PR-ES), que também é contra a aprovação da proposta.
Para Magno Malta, o projeto cria “um império homossexual no Brasil”, porque, segundo ele, qualquer um que criticar ou rejeitar alguém para emprego ou transação comercial em virtude da opção sexual poderá ser preso.
O projeto propiciaria inclusive a impunidade da pedofilia e da necrofilia, na avaliação do senador. “O pedófilo vai dizer que a opção sexual dele é menino de 9 anos”, declarou Malta.
O vice-presidente do Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil (Cimeb), pastor Silas Malafaia, considerou o projeto “uma afronta à democracia”, porque inibe a liberdade de expressão.
“No estado democrático ninguém está imune à crítica”, afirmou.
O pastor do Ministério da Fé Fadi Faraj, disse que o projeto compara a opção sexual às raças e etnias, o que ele considerou “um absurdo”.
“Isso [homossexuais] não é uma minoria, isso é um comportamento sexual”, disse o pastor.
O projeto de lei já foi aprovado na Câmara dos Deputados.
agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/06/25/materia.2008-06-25.1113071338
Integrantes das frentes parlamentares da Família e Apoio à Vida e Evangélica encaminham carta contra a aprovação dos projetos PLC 122/2006 (PL 5003/01) e PL 6418/2005, que atentam contra a liberdade de expressão e de religião, estabelecendo censura e perseguição a quem criticar o homossexualismo ou contrariar o movimento gay. Agência Câmara - 25/06/2008 20h25 Frentes protestam contra criminalização da homofobia Em uma manifestação tumultuada, integrantes das frentes parlamentares da Família e Apoio à Vida; e Evangélica protestaram, nesta quarta-feira, contra o projeto de lei da ex-deputada Iara Bernardi que criminaliza o preconceito sexual. Eles participaram de um encontro na Câmara e depois fizeram um ato em defesa da liberdade religiosa em frente ao Congresso Nacional. O tumulto aconteceu quando um grupo de manifestantes tentou entrar à força no Senado, onde ocorria um debate sobre a matéria. Alguns deles conseguiram entrar e foram recebidos pelo senador Magno Malta (PR-ES). Além disso, foi entregue à Presidência do Senado uma carta contra a proposta e em defesa das liberdades religiosa e de manifestação do pensamento. A entrega do documento fez parte das manifestações organizadas pelo Fórum Parlamentar Evangélico contra o projeto de Iara Bernardi e contra o PL 6418/05, que torna mais rigorosa a definição dos crimes de discriminação e preconceito de raça, cor, etnia, religião ou origem. Liberdade religiosa Integrante da Frente da Família e Apoio à Vida, o deputado Walter Brito Neto (PRB-PB) participou do ato e defendeu a rejeição do projeto, por considerar que ele afeta a liberdade religiosa garantida pela Constituição. "Os padres, as lideranças religiosas, os pastores não podem ter a sua palavra cerceada por um projeto desses, porque ele acaba desrespeitando a liberdade de expressão e também a liberdade religiosa. É importante a união de todos os religiosos neste momento para que possamos preservar um direito garantido pela Constituição", ressaltou.
Segundo o texto da Carta em Favor da Liberdade de Expressão, Liberdade Religiosa e contra a Pedofilia, entregue à Presidência do Senado, a proposta, caso aprovada, colocará integrantes de entidades religiosas de todo Brasil sob o risco de serem presos se fizerem afirmações contrárias ao homossexualismo. O projeto passa a considerar crime de preconceito os motivados por questões de gênero e orientação sexual, com penas que podem chegar a cinco anos de reclusão.
Na avaliação do deputado Miguel Martini (PHS-MG), também integrante da Frente da Família, padres, pastores e outros líderes religiosos podem defender opiniões contrárias ao homossexualismo, e isso não necessariamente caracteriza discriminação à orientação sexual. "As pregações de padres e pastores são pregações de fé. O projeto está, na verdade, discriminando quem não pensa como os homossexuais", disse. "Querem calar a boca dos cristãos. Nós amamos os homossexuais, mas não amamos o homossexualismo e não vamos aceitar que sejamos discriminados em nome de convicções religiosas."
Relatora do projeto, a senadora Fátima Cleide (PT-RO) avalia que o combate à homofobia é um passo importante para a redução do preconceito e da discriminação no País. "Infelizmente, alguns religiosos utilizam discurso político para tentar ludibriar as pessoas crentes e tementes a Deus. Há de se observar também mais uma postura de intolerância, pois em qualquer religião há diversidade de seres humanos, que mais uma vez não é respeitada, como se todos os religiosos, entre eles os católicos e os evangélicos, tivessem que ter um pensamento único", afirmou.
Pesquisa Segundo pesquisa feita pelo DataSenado, 70% dos entrevistados concordam com a aprovação da projeto que criminaliza a homofobia. A senadora Fátima Cleide destaca que esse apoio vem também de pessoas religiosas, segundo o levantamento. No entanto, os integrantes da Frente Parlamentar da Família contestam os resultados da pesquisa e prometem se articular para evitar que o texto vire lei. O PL 5003/01 - que tramita na Comissão de Assuntos Sociais do Senado com o número 122/06 - foi aprovado pela Câmara em 2006. A proposta altera o Código Penal e a Consolidação das Leis do Trabalho. Íntegra da proposta:- PL-5003/2001Notícias anteriores:Dia Nacional de Combate à Homofobia é aprovadoCâmara aprova tipificação de crime de discriminação sexualReportagem - Mônica Montenegro/Rádio Câmara Edição - Marcos Rossi Colaboração - Jamila Tavares(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara') Fonte: http://www2.camara.gov.br/internet/homeagencia/materias.html?pk=124108
Matéria do Portas Abertas sobre a manifestação ocorrida em 25/06, em defesa da liberdade de expressão e religião e contra o PLC 122/2006, também conhecido como lei da mordaça gay: Protesto contra PL 122/06 movimenta o Congresso  | | | Manifestação em frente ao Congresso Nacional | | BRASIL (*) - Um grupo formado majoritariamente por evangélicos esteve ontem no Congresso Nacional para protestar contra o PLC 122/06, projeto de lei que criminaliza a homofobia, e que está para ser votado na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAS).
Segundo estimativa da Polícia Militar, mil pessoas aproximadamente protestaram em frente ao Senado contra a aprovação do projeto, mas os manifestantes, apesar da ação pacífica, foram impedidos de entrar no Congresso Nacional onde funcionam as duas Casas Legislativas: a Câmara dos Deputados e o Senado Federal.
Muitos dos presentes levaram faixas de repúdio à aprovação do PLC 122/06 com os dizeres: “Vão rasgar a Bíblia? A Bíblia é homofóbica? Não queremos mordaça aos cristãos!” Alguns taparam a boca com panos, simbolizando uma mordaça.
Em nome da necessidade de criminalizar a homofobia, o PLC 122/06 torna crime expressar qualquer opinião contrária ao comportamento homossexual ( leia mais).
O projeto de lei prevê detenção de um a três anos para quem for condenado por injúria ou intimidação ao expressar um ponto de vista moral, filosófico ou psicológico contrário ao dos homossexuais.
Isso significa que, na prática, a pregação de alguns trechos da Bíblia poderão ser criminalizados, a despeito das diferentes interpretações e de correntes doutrinárias.
Fonte: http://www.portasabertas.org.br/noticias/noticia.asp?ID=4541 Portas Abertas - http://www.portasabertas.org.br
|  |
PROJETO DE LEI 122 ( 25/06/2008 QUARTA FEIRA, VENHA E PARTICIPE)
(ATENÇÃO TODA SOCIEDADE BRASILEIRA)
HAVERÁ NESTA QUARTA-FEIRA DIA 25/06/2008 as 14:00hrs A GRANDE CONCLAMAÇÃO EM FRENTE AO CONGRESSO NACIONAL ONDE SERÁ ENTREGUE AOS SENADORES DA REPÚBLICA UM ABAIXO ASSINADO CONTRA ESSE PROJETO DE LEI 122, PROJETO ESSE QUE TRATA DE;
* TIRAR A LIBERDADE DE EXPRESSÃO DO POVO * TIRAR A LIBERDADE RELIGIOSA * FAVORECIMENTO A PEDOFILIA (NO SENTIDO DE DAR BRECHA NA LEI BRASILEIRA E FICANDO ASSIM COMPLICADO A PUNIÇÃO P/ ESSE TIPO DE CRIME HORRÍVEL.
SE ESSA LEI FOR APROVADA NÃO PODEREMOS MAIS PROTESTAR E QUEM PROTESTAR SERÁ PUNIDO PODENDO ATÉ SER PRESO, ESTÃO QUERENDO CALAR A BOCA DA NOSSA SOCIEDADE E DAS IGREJAS NO GERAL, POR ISSO VENHA E PARTICIPE CONOSCO, NÃO DEIXE NINGUÉM TIRAR SUA LIBERDADE DE EXPRESSAR AQUILO QUE VOCÊ PENSA, CONVIDE MAIS PESSOAS PARA ESSE ATO IMPORTANTE, VENHA VOCÊ JOVEM, SENHOR, SENHORA, PADRE, PASTOR, IGREJA, GRUPO ESCOLARES, ENFIM TODOS VOCÊS QUE NÃO ACEITA ISSO QUE QUEREM FAZER COM A SOCIEDADE BRASILEIRA QUE É CALAR NOSSA BOCA, CONTAMOS COM SUA PRESENÇA E QUE DEUS NOS ABENÇOE.
http://preletorjaniogomes.blogspot.com/2008/05/dvd-de-mensagem-agente-evangelizador.html
Grande mobilização em favor da liberdade religiosa e contra a pedofilia no Brasil, dia 25 de Junho (quarta-feira), em Brasília

http://holofote.wordpress.com/2008/06/23/participe-do-ato-em-favor-da-liberdade-religiosa-no-brasil-dia-25-de-junho-quarta-feira-em-brasilia/
| Conclamação Nacional: ato pacífico DF 25/06/08 |
|
Muito Importante! Esse tema para todos nós cristãos que defendemos nossos direitos!!! estão querendo colocar mordaça no povo de Deus e isso não podemos permitir! Pois o nosso Brasil é do Senhor Jesus!
Conclamação Nacional: Ato Pacífico - em Brasilia 25/06/2008 - 14h00 Ato pacífico e democrático em favor da liberdade de expressão, da liberdade religiosa, e contra a pedofilia e o Projeto de Lei nº 122/06 Local: Em frente à entrada principal do Congresso Nacional - Brasília - DF
Presença do pastor Silas Malafaia, senador Magno Malta; o procurador da república, Dr. Guilherme Schelb; e o presidente do Conselho de Pastores do Brasil, pastor Jabes de Alencar, entre outros Padres, Espiritas enfim... seres humanos que ainda estão com o juíso no lugar rsrsrsrs O tema em questão será liberdade de expressão, liberdade religiosa e pedofilia, assunto que está em pauta no Congresso Nacional com a tramitação do Projeto de Lei 122/06 e que diz respeito a toda sociedade brasileira.
http://www.lideranca.org/cgi-bin/index.cgi?action=forum&board=teologia&op=display&num=2750 (fórum)
Envie seu e-mail para os senadores votarem contra o Projeto de Lei 122/2006: http://www.senado.gov.br/sf/senadores/senadores_atual.asp?o=3&u=*&p=*
|
Lei da mordaça gay Grande mobilização, dia 25, contra a aprovação do projeto! Tsuli Narimatsu, jornalista da Portas Abertas No próximo dia 25 de junho, quarta-feira, às 14h, haverá uma manifestação contra a aprovação do PLC 122/06 que censura a pregação da Bíblia Sagrada, em nome do “respeito” aos homossexuais, em frente à entrada do Congresso Nacional, em Brasília. O livre arbítrio, ou seja, a liberdade de escolha sobre o que fazer na vida, é um direito dado por Deus a todos os homens. Não cabe aos cristãos a tarefa de julgar comportamentos homossexuais ou impedi-los. Mas cabe aos cristãos a liberdade de pregar trechos da Bíblia Sagrada, ainda que existam posições discordantes! Sem a ameaça de prisão ou o confisco dos livros! Entenda o conteúdo do projeto e o impacto sobre a sua vida, aqui. Diante de uma possível votação nos próximos dias, voltamos a convocar todas as pessoas que estão fora do Distrito Federal a enviarem mensagens de repúdio aos senadores (veja lista completa, aqui) ou telefonarem para o Alô Senado no 0800 61 22 11, a ligação é gratuita. Atenção à tramitação do projeto Atualmente o projeto está para ser votado na Comissão de Assuntos Sociais (CAS). De lá, seguirá para a aprovação da Comissão de Direitos Humanos (CDH) e depois para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Pode parecer um longo trajeto, mas não é. Assim que deixar a CCJ, o PLC 122/06 irá diretamente para mãos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que já disse que irá sancionar (ou seja, assinar) a lei de homofobia. Corre à boca pequena que a transferência do projeto da CDH no início do ano para a CAS seria para ganhar tempo e fazer um acordo com senadores. Ore para que não haja nenhuma forma de cooptação dos políticos envolvidos no processo. Votação surpresa Faz parte da estratégia usada pelos senadores (e também por deputados e vereadores) a falta de transparência na agenda dos trabalhos legislativos – o que impede que o povo conheça com antecedência o que está para ser votado, e portanto, não consiga se mobilizar a tempo. Desse modo, diversas leis que interferem diretamente na vida dos cidadãos são aprovadas. E foi exatamente assim que o PLC 122/06 foi aprovado em todas as comissões (colocado em pauta na última hora) e pelo plenário da Câmara dos Deputados, em uma sessão esvaziada, quando a bancada evangélica estava ausente. Muitos deputados à época não criam na aprovação de uma lei tão absurda que fere a liberdade de pregação da Bíblia Sagrada (leia mais), entre outros pontos. Mas o projeto chegou ao Senado e está próximo de se tornar lei. Lembre-se: nossa liberdade religiosa, de interpretação e pregação – não apenas de trechos bíblicos como também do Alcorão e da Torá – podem sofrer um “cala boca”. Se o PLC 122/06 for aprovado como está, você poderá assistir pastores, padres, rabinos e xeiques presos. A realidade da Igreja Perseguida expressa em nossa revista e livros pode se tornar a realidade da Igreja Brasileira. Sem contar que seremos obrigados a “contrabandear” Bíblias cujo original não foi censurado! Clique aqui para saber o endereço e o telefone dos 36 senadores e ver uma sugestão de modelo de carta. Entenda toda a polêmica e o risco que os brasileiros estão correndo por meio do PLC 122/06 e do PL 6418/2005 aqui! O telefone do Senado é 0800 61 22 11. A ligação é gratuita. Pressione os senadores do seu Estado e manifeste-se contra o projeto! Fonte: Missão Portas Abertas Divulgação: www.juliosevero.com Leitura recomendada: A grande desmobilização: O que está em jogo nos acordos envolvendo o PLC 122/2006 Fonte: http://juliosevero.blogspot.com/2008/06/grande-mobilizao-dia-25-contra-aprovao.html
 'Opposing homosexuality makes you sick' Brazil president holds conference to battle 'homophobia' Posted: June 12, 2008 9:52 pm Eastern By Christina Miller © 2008 WorldNetDaily The president of Brazil says "opposing" homosexuality makes you a sick person, and he believes such thoughts need to be criminalized. It was only a few decades ago when the American Psychiatric Association listed homosexuality as a mental disorder, before it succumbed to a pro-"gay" campaign to discontinue that definition. Now Brazilian chief Luiz Inacio Lula da Silva, who won a narrow re-election following a cash-for-votes scandals, has held the First National Conference of Gays, Lesbians, Bisexuals, Transvestites and Transsexuals to condemn the biblical belief that homosexuality is wrong. Lulu, on June 5, not only officially opened the event to promote homosexuality across his nation but also issued a presidential sanction for the conference. Calling for "the criminalization of homophobia," he said opposition to homosexuality is "perhaps the most perverse disease impregnated in the human head." He said "prejudiced" people need to "open their minds and clean them." Other speakers encouraged homosexuals to claim to be part of a civil rights campaign that already has brought reforms for treatment of blacks, the elderly and the disabled. They also announced the nation's public hospitals soon would begin to perform sex changes on people. Brazilian pro-family activist Julio Severo, in an e-mail interview, said the move towards the standards of Sodom and Gomorrah is more advanced in his nation than in the U.S. – for now – because of the absence of Christian fundamentals for society. "[Christians] involved [in politics] are massively directed by leftist philosophies, especially liberation theology in its several forms," he said. "Those not involved think that the only option for social action is to copy the political activism of Christian left-wingers," he said. Severo said what needs to happen is for Christian churches to renounce socialism en masse and get involved in politics, using biblical guidelines as their standards. "They need to prepare and send 'Josephs,' 'Davids' and 'Daniels' to conquer public office," he said. Severo said the homosexual community, unlike many advocacy groups' claims in the past, clearly isn't satisfied with "widespread acceptance" of its sexual lifestyle. That dissatisfaction is leading to demands for approval and endorsement, and to eradicate "homophobia" and "homophobic" thoughts by law. The Lula administration has taken bold steps to this end, he said. The Special Secretariat of Human Rights, in conjunction with other government departments, has launched the "Brasil sem Homofobia (Brazil Without Homophobia)" campaign, he noted. This program markets itself as one designed to promote greater understanding of homosexuality in Brazil. However, its actions have been far from peaceful. In May, one of its founding members, Luiz Mott, filed charges of defamation against pro-family activists and posted their home addresses to the Internet. For now, conservatives have a right to free speech, Christian leaders have reported. However, if homosexual advocacy becomes law, it will be classified as part of the "dignity of the person" and, therefore, will trump any speech rights still held by Christians. Severo admits he has big concerns about the developments he sees. "Only God knows what the future will bring," he said. Source: http://www.worldnetdaily.com/index.php?fa=PAGE.view&pageId=66914 World Net Daily - http://www.worldnetdaily.com Related sites: Julio Severo: http://www.juliosevero.com (Portuguese) - http://lastdayswatchman.blogspot.com (English)
Censura e totalitarismo gay Pr. Silas Malafaia fala sobre liberdade de expressão e religião, direitos constitucionais e a ameaça da lei da mordaça gay (PLC 122/2006), que pretende criminalizar a "homofobia", isto é, transformar em crime qualquer crítica ou oposição ao homossexualismo e ao movimento gay. [ Ver também: Pr. Silas Malafaia: "A liberdade de expressão e o homossexualismo" (vídeo e comentários) - http://liberdadedeexpressao.multiply.com/journal/item/101 ] Para ouvir a gravação abaixo, clique em "Play this playlist". Se quiser salvar, clique, depois de aberto o arquivo, na guia "Arquivo" do Windows Media Player, e depois clique em "Salvar como". | Pr. Silas Malafaia - A Liberdade de expressao e a homossexualidade | | | | | |
 Foto: Temporão e propaganda gay - Ministério da 'Saúde' continua agindo em favor do lobby do homossexualismo e da mentira, e contra a saúde pública.
30/3 a 05/4 - 2008
DITADURA GAY
Um crime finalmente confessado
José Maria e Silva
O Ministério da Saúde adverte: os gays são 11 vezes mais suscetíveis de pegar Aids que os heterossexuais — mas, criminosamente, o ministério se recusa a tratá-los como o grupo de risco que, de fato, sempre foram
Como este é meu último artigo no Jornal Opção (estou deixando o jornal depois de 15 anos de trabalho e aproximadamente 800 edições cerzidas em madrugadas insones), começo com um desabafo: sinto-me muito cansado de escrever sobre movimento gay, violência nas escolas e frouxidão das leis penais. Mas, ironicamente, vou me despedir dos leitores abordando um desses temas — a ditadura gay que se estabeleceu na sociedade brasileira, sobretudo nas áreas de educação e saúde e também na imprensa, daí o fato de eu escrever este artigo nesta coluna. Há muitos anos venho afirmando que as autoridades sanitárias brasileiras — e, infelizmente, ainda não conheço exceção — tornaram-se serviçais do movimento gay. Ao longo dos anos, secretários e ministros de saúde, bem como médicos, enfermeiras, psicólogos e outros profissionais da área, não relutam em fraudar a ciência — repito: fraudar a ciência — para proteger os gays de uma verdade que é incontestável: eles sempre foram e nunca deixaram de ser um grupo de risco para a disseminação da Aids. Sobretudo, quando têm um comportamento promíscuo.
“Estudos de comportamento sexual do Ministério da Saúde indicam que gays e HSH (homens que fazem sexo com homens) têm 11 vezes mais chances de serem infectados pelo HIV do que homens heterossexuais.” Essa afirmação consta de matéria publicada no Portal da Saúde, sítio oficial do próprio Ministério da Saúde, na terça-feira, 25, dia em que o ministro José Gomes Temporão anunciou um “plano inédito” para combater a Aids entre os gays. A matéria oficial informa: “Pela primeira vez, o Ministério da Saúde lançou um plano de ações para conter a incidência da Aids e de outras doenças sexualmente transmissíveis entre gays, homens que fazem sexo com homens (HSH) e travestis”. Reparem na expressão: pela primeira vez. É quase um caso de prevaricação das autoridades, que merece investigação do Ministério Público, como veremos a seguir.
A reportagem do Portal da Saúde informa: “Segundo o Boletim Epidemiológico, houve um crescimento do percentual de casos de Aids entre homossexuais e bissexuais de 13 a 24 anos de idade, variando de cerca de 24%, em 1996, para aproximadamente 41%, em 2006. Na faixa etária de 25 a 29 anos, nessa categoria de exposição, a variação foi um pouco menor, mas também indicou crescimento: de 26% (1996) para 37% (2006). Já entre indivíduos de 30 a 39 anos, os índices apontam para uma pequena tendência de queda: de 30% (1996) para 28% (2006)”.
Em seguida, o Portal da Saúde mostra a comparação estatística que foi feita entre os casos de Aids entre os gays e entre as demais pessoas: “A Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas Sexuais (PCAP), de 2004, estima que a população gay e HSH brasileira de 15 a 49 anos em 3,2% da população ou cerca de 1,5 milhão de pessoas. A partir dessa base populacional, a PCAP calculou a taxa de incidência da Aids desse segmento em 226,5 casos por grupo de 100 mil habitantes, cerca de onze vezes maior que a taxa da população geral, que é de 19,5 casos por 100 mil”. Confrontado com esses dados, o ministro José Gomes Temporão teve de admitir: “É fundamental reconhecer a magnitude da Aids entre essa população e priorizar ações efetivas nessa área”.
Desde que a Aids surgiu no mundo, todos os países se esforçaram por monitorá-la diuturnamente. O Brasil não ficou atrás e dispõe de um verdadeiro arsenal de informações sobre a doença — no Ministério da Saúde, nas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde, nas universidades e demais centros de pesquisa espalhados pelo país afora. Logo, é praticamente impossível que toda essa gente estudada — com mestrado, doutorado e pós-doutorado em saúde até no exterior — não soubesse que a Aids vinha crescendo entre os gays durante todos esses anos. Também era impossível que essa gente diplomada não desconfiasse que os homossexuais nunca representaram entre 15 e 20 por cento da população — como o movimento gay afirma, sempre que quer justificar o financiamento público de suas paradas. Pasmem: depois de passar anos referendando a tese gay de que os homossexuais constituem quase 20 por cento da população (argumento que brandia contra católicos e evangélicos para justificar o investimento na Parada Gay), agora o Ministério da Saúde reconhece que os gays entre 15 e 49 anos não passam de 3,2 por cento da população.
Esses dados só agora revelados (apesar de conhecidos, não tenho dúvida), mostram que as autoridades sanitárias mentiram para a população ao longo de todos esses anos em que inundaram casas e escolas com pornografia disfarçada de prevenção, com a conivência da imprensa. E só estão revelando que os homossexuais têm 11 vezes mais chances de pegar Aids que os heterossexuais, — fato que sempre souberam, — porque sabem que a ditadura gay já foi plenamente implantada no país e não existe a menor chance de a população perceber que foi enganada e se revoltar, exigindo que as campanhas contra a Aids passem a ter também um cunho moral, como querem as igrejas, incentivando a fidelidade sexual. Depois de tanta lavagem cerebral em favor dos gays, nem mesmo esses dados gritantes serão suficientes para que as pessoas percebam que os gays continuam sendo (e nunca deixaram de ser) grupo de risco. Prova disso é que, mesmo diante desses dados que mostram que as campanhas calcadas na camisinha fracassaram completamente, o Ministério da Saúde vai continuar investindo na pornográfica campanha do preservativo.
Há cerca de dez anos (creio que em 1999), eu que não sou estatístico nem autoridade sanitária, tendo por base as próprias informações do Ministério da Saúde, escrevi um artigo em que duvidava da eficácia das campanhas de pre |
|