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23/06/2008 Site The Pirate Bay quer dificultar monitoramento da internet na Suécia da Folha Online O polêmico site The Pirate Bay anunciou que vai agir contra uma nova lei na Suécia que permite o monitoramento de ligações telefônicas, e-mails e dados na internet. O portal anunciou que vai adotar um sistema de codificação, como forma de dificultar o trabalho do governo do país nesse monitoramento. "Nós vamos ajudar de todos os modos que pudermos para lutar contra a lei. Essa semana nós vamos adicionar o SSL [sistema de codificação na rede] ao The Pirate Bay. Nós vamos também colaborar com a produção de um site sobre como fazer codificação facilmente --para o seu disco rígido e seu tráfego de internet", afirmou Peter Sunde, em um blog. De acordo com o site "The Register", ele é um dos responsáveis pelo serviço. O SSL é um sistema de segurança utilizado para codificar os dados de tráfego entre o PC e um site, prevenindo o vazamento dessas informações. Sunde também pediu que os provedores boicotem a Suécia, como forma de protestar contra a medida. "Nós queremos que a Suécia seja banida da internet. Os provedores precisam bloquear a Suécia para proteger a integridade de seus próprios clientes, já que tudo o que eles fizerem nas redes suecas será registrado e buscado", diz. De acordo com o "The Register", com a nova lei, a comunicação no país pode ser rastreada e o governo pode trocar informações com agências internacionais sobre o assunto. O site The Pirate Bay é um dos mais populares para download ilegal de filmes, música e jogos de computador e se intitula a principal contribuinte da rede BitTorrent --sistema que "quebra" arquivos em vez de baixá-los de um único computador. Desta forma, o internauta pode fazer o download de diversas partes do arquivo, ao mesmo tempo, vindo de PCs diferentes. Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u415365.shtml
30/06/08
A parada do orgulho gay de Brasília, DF, homenageou os sargentos homossexuais Laci Marinho de Araújo e Fernando de Alcântara Figueiredo. Os sargentos (um deles já se afastou do Exército) foram recentemente punidos por crimes de deserção, indisciplina e outras violações das regras militares. Como não podia deixar de ser, os sargentos e a militância gay acusam o Exército de "homofobia".
Entretanto, Laci recentemente disse em entrevista que o Exército é "um paraíso" para os gays, "cheio de homens pelados e sarados": "Existe coisa melhor para um homossexual do que tomar banho com um monte de homem pelado e sarado? Para um gay, as Forças Armadas são um paraíso".
Políticos participantes da frente parlamentar gayzista, que serve ao lobby GLBT (gays, lésbicas, bissexuais, transgêneros e travestis) no Congresso Nacional, já se reuniram a portas fechadas com o Ministro da Defesa e têm apelado até para o presidente Lula para intervir em favor dos homossexuais e modificar a legislação militar, que eles alegam ser "preconceituosa". parada-sargentos-gays.flv (3.1 MB)
 O Brasil tem se esforçado bastante pra chegar lá... Quinta, 19 de junho de 2008 Suécia aprova lei para monitorar ligações e emails O parlamento sueco aprovou, ontem, uma lei controversa que permite às autoridades grampear ligações telefônicas e interceptar emails e faxes. A nova legislação foi aprovada por uma maioria apertada de cinco votos depois de um longo debate no Parlamento em Estocolmo. O governo afirma que a lei possibilitará rastrear comunicações entre pessoas que se servem da tecnologia para planejar ataques e tem como objetivo proteger a segurança nacional. A partir de agora, as autoridades do Departamento de Inteligência sueco não precisarão mais da permissão de um tribunal para interceptar qualquer tipo de comunicação via Internet ou telefone que cruzar as fronteiras do país. Logo após aprovação da lei, um grupo de pessoas se reuniu em frente ao Parlamento para protestar. Grupos de defesa de liberdades civis criticam a decisão dizendo que a lei é uma das mais intrusivas do mundo e que atividades terroristas "não são facilmente identificadas por serviços de vigilância deste tipo". Eles dizem que as pessoas comuns serão as mais prejudicadas pela lei. "Ao introduzir a legislação, o governo sueco está seguindo exemplos de governos como o da China e da Arábia Saudita e do programa americano altamente criticado que faz escutas por trás das portas", disse Peter Fleischer, do Google.
Quinta-Feira, 19 de Junho de 2008 Para jurista, multa a jornal e revista é ''furor regulatório'' ABI, Aner e constitucionalistas condenam sentença de juiz eleitoral contra ''Folha de S. Paulo'' e ''Veja'' Gabriel Manzano Filho
A Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e a Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner), além de juristas e advogados, condenaram ontem, de forma veemente, a decisão do juiz eleitoral Francisco Carlos Shintate, de São Paulo, que multou a pré-candidata Marta Suplicy, a Folha de S. Paulo e a revista Veja, pela divulgação de entrevistas com a candidata. Leia a íntegra da sentença A sociedade brasileira "não pode silenciar-se" diante desse gesto, adverte a Aner. "Vivemos um furor regulatório que está nos levando a um Estado policial", acrescenta o jurista e ex-ministro Célio Borja. E o presidente da ABI, Maurício Azedo, afirmou que a entidade vem "acompanhando com apreensão, nos últimos anos, pronunciamentos do Poder Judiciário que envolvem a liberdade de imprensa". E essa apreensão "se transforma em tristeza por ver juízes e promotores despreparados editando sentenças e despachos que representam um pesado agravo à Constituição". A esperança, diz o presidente da ABI, está na avaliação feita pelo próprio presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Carlos Ayres Britto, que pediu cautela a esses juízes "ao julgar bens valiosos da sociedade, como o direito à informação". O juiz Francisco Shintate não quis fazer declarações: diz que tudo o que poderia afirmar está em sua decisão, de 22 páginas, entregue ao Tribunal Regional Eleitoral. A nota da Aner, assinada por seu presidente, Jairo Mendes Leal, argumenta que "a publicação de matérias jornalísticas com candidatos jamais poderá ser considerada propaganda eleitoral", pois representa um direito e dever da imprensa. A Aner acrescenta: "Depois dos anos duros de ditadura militar, que impôs a censura prévia à manifestação do pensamento, e após a reconquista do Estado de Direito, a sociedade brasileira não pode silenciar-se frente a qualquer ato que possa representar obstáculo ao exercício da liberdade de expressão ou ao direito do cidadão de ter livre acesso à informação." ''DIREITO DO ELEITOR'' O jurista Célio Borja, que foi ministro da Justiça e atuou também no Supremo Tribunal Federal, advertiu que "a legislação eleitoral se destina a proteger a liberdade do voto" e que "o principal beneficiário dela é o eleitor". Por isso, ele respeita a argumentação do juiz Shintate, mas discorda de seu entendimento sobre a questão. "É fundamental não esquecer que a informação para o eleitor deve ser irrestrita." A tese do juiz sobre o direito dos candidatos à igualdade, segundo o jurista, não subsiste, porque o de que se trata é de "igualdade entre iguais e desigualdade entre desiguais". Como eles, o especialista em direito eleitoral da OAB paulista, Everson Tobaruela, entende que "o que está de fato em jogo é o direito dos cidadãos à informação". Ele vê um perigo de "mordaça da imprensa", ao se tentar determinar de fora o que ela deve ou não fazer. E quanto à rapidez das denúncias e julgamentos, em período eleitoral, ele pergunta: "E todos os processos que estão parados desde 2004, nos tribunais eleitorais, e não foram julgados até hoje? " Fonte: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080619/not_imp192104,0.php Apreensão e repúdio Editorial do Jornal O Estado do Paraná [20/06/2008] Volta e meia o espírito inquisitorial, que tanto mal causou à humanidade em tempos remotos da História e que por esse motivo exponencial sequer deveria ser relembrado, insiste em alçar sua horrenda cabeça para urrar que ainda está vivo. Dessa vez, ele reapareceu na forma da multa imposta pelo juiz eleitoral Francisco Carlos Shintake ao jornal Folha de S. Paulo e à revista semanal Veja, pelo fato dos respectivos veículos terem publicado entrevistas da ex-ministra Marta Suplicy, atualmente candidata do PT à Prefeitura Municipal de São Paulo. O juiz fundamentou a condenação no argumento de que as entrevistas caracterizaram propaganda eleitoral prévia e, portanto, irregular. O presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), jornalista Maurício Azedo, afirmou aos jornais que a entidade “vem acompanhando com apreensão, nos últimos anos, pronunciamentos do Poder Judiciário que envolvem a liberdade de imprensa”, sublinhando que o sentimento de dúvida “se transforma em tristeza por ver juízes e promotores despreparados editando sentenças e despachos que representam um pesado agravo à Constituição”. A posição do presidente da mais prestigiosa instituição representativa do jornalismo brasileiro, até poucos anos liderada pela inatacável personalidade de Barbosa Lima Sobrinho, um dos maiores patrícios de todos os tempos, é de lucidez e coerência com as tradições da Casa, na defesa intransigente tanto da liberdade de expressão quanto do direito dos cidadãos à informação. Também a Associação Nacional dos Editores de Revistas (Aner), em nota assinada pelo presidente Jairo Mendes Leal, divergiu da interpretação do juiz Shintake que atribuiu significado inexistente às entrevistas de Marta, proclamando com inteira razão que “a publicação de matérias jornalísticas com candidatos jamais poderá ser considerada propaganda eleitoral”. Não bastasse a justa manifestação de ambas as instituições, a sociedade deve dar guarida à apreciação do respeitado jurista Célio Borja, ex-ministro da Justiça e do Supremo Tribunal Federal (STF), para quem o risco vai além da mera sentença de condenação: “Vivemos um furor regulatório que está nos levando a um Estado policial”. A ponderação do ex-ministro Célio Borja, muito mais que colocar a sociedade em estado de contínua vigilância, faz a cidadania ciente de suas obrigações para com a nacionalidade, retroceder no tempo e no espaço até os anos de chumbo do discricionário regime de força que fez o País acordar sob a ditadura militar, na manhã do dia 1.º de abril de 1964. Na mesma linha de raciocínio, a nota da Aner acrescenta que “depois dos anos duros de ditadura militar, que impôs a censura prévia à manifestação do pensamento, e após a reconquista do Estado de Direito, a sociedade brasileira não pode silenciar-se frente a qualquer ato que possa representar obstáculo ao exercício da liberdade de expressão ou ao direito do cidadão de ter livre acesso à informação”. Inteiramente solidário com as corajosas manifestações de repúdio a quaisquer arreganhos que tencionem reabrir as portas para o retorno da censura, o jornal O Estado do Paraná faz suas as palavras ecoadas Brasil afora para lamentar a visão claramente equivocada do juiz eleitoral paulista, que em nenhuma hipótese teria razões para enquadrar como propaganda irregular uma entrevista concedida a veículos de comunicação social por candidatos a cargos eletivos. Aliás, é preciso bradar em alto e bom som que depois de quase três décadas do restabelecimento das garantias fundamentais no País, é inimaginável nutrir a pavorosa idéia de que o garrote vil da exceção volta a nos ameaçar. Da mesma forma, não há consistência na tese de que os eleitores são seres desprovidos da capacidade de avaliação, para discernir eles próprios quem merece, de fato, o sufrágio. É muito mais proveitoso deixar que o eleitor decida por si mesmo. Fonte: http://www.parana-online.com.br/noticias/index.php?op=ver&id=352480&caderno=13
Censura e totalitarismo gay Pr. Silas Malafaia fala sobre liberdade de expressão e religião, direitos constitucionais e a ameaça da lei da mordaça gay (PLC 122/2006), que pretende criminalizar a "homofobia", isto é, transformar em crime qualquer crítica ou oposição ao homossexualismo e ao movimento gay. [ Ver também: Pr. Silas Malafaia: "A liberdade de expressão e o homossexualismo" (vídeo e comentários) - http://liberdadedeexpressao.multiply.com/journal/item/101 ] Para ouvir a gravação abaixo, clique em "Play this playlist". Se quiser salvar, clique, depois de aberto o arquivo, na guia "Arquivo" do Windows Media Player, e depois clique em "Salvar como". | Pr. Silas Malafaia - A Liberdade de expressao e a homossexualidade | | | | | |
 | HOLOFOTE | Jun 12, '08 11:02 PM for everyone |
Censura à VINACC (Visão Nacional para a Consciência Cristã - www.vinacc.org.br) - Campina Grande, PB, junho de 2007
Matéria sobre a mobilização para calar a VINACC, empreendida por ONGs gays, de AIDS, de "direitos sexuais e reprodutivos" e de "direitos humanos". Tais grupos tentam, através de manobras judiciais, reprimir o direito de livre expressão dos cristãos e de qualquer pessoa que se oponha ao homossexualismo ou às imposições do movimento gay.
Um dado curioso, mostrado na reportagem, é o fato de o Ministério da Saúde ter mandado uma carta para uma ONG gay que lida com AIDS na Paraíba, pedindo-lhe para "tomar providências" contra a VINACC. Por que o Ministério da Saúde teria de se meter numa questão em que o que está sendo tratado é simplesmente o homossexualismo e o direito à liberdade religiosa e de expressão? Tal intromissão autoritária por parte do Ministério da Saúde e do Governo Federal ajuda a confirmar aquilo que já tem sido observado há bastante tempo: o governo está infestado de militantes gayzistas, e o setor relacionado à AIDS no Ministério da Saúde é controlado por ativistas homossexuais, que se valem de sua infiltração ali para avançar seus tentáculos sobre a sociedade em geral.
O vídeo ajuda também a confirmar o fato de que as ONGs que supostamente lidam com a AIDS e os "direitos humanos", além das feministas-abortistas e as de "direitos sexuais e reprodutivos", também são controladas por interesses homossexualistas e radicalmente anti-cristãos.
Matéria da TV Itararé, junho de 2007: Import.flv (11.4 MB)
Denúncia apresentada no blog Cultura da Vida: (clique na figura para ampliar) Quarta-feira, 28 de Maio de 2008 O boicote do movimento pró-vida pela grande mídia Quer saber por que tantos brasileiros são a favor da destruição de embriões?
Porque não nos deixam falar. Simples assim. Eis mais uma prova:
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DESABAFO DE UM PRÓ-VIDA
Muita PAZ!
Vc precisa saber e ler atentamente o desabafo abaixo;
Só um "milagre" reverterá a liberação das pesquisas com células tronco embrionárias. Pela nossa contagem a tendência é de no mínimo 3 votos a mais do lado de lá, ou seja, dos onze devemos ter apenas 4 votos e "os abortistas" 7. Desses, três já declaram o voto: a Ex-Presidente Ellen Gracie, Celso de Mello e ,obviamente, o relator da ação, Ministro Carlos Ayres de Britto que quando esteve em Fortaleza mês passado, driblou duas vezes manifestantes pró-vida e a imprensa para não dar entrevista sobre seu voto que disse que afirmou categoricamente "não existir vida humana embrionária"...
Isto é, mais 3 votos dos 8 que faltam votar e a fatura está liquidada, decidindo simplesmente: QUEM É SER HUMANO NO BRASIL apartir de agora.
O lobby e a pressão do governo e da grande mídia nacional tem sido pesadíssimo para a liberação dessas pesquisas.
É muito estranha "toda essa sede". Está na cara para grande parte dos Movimentos Pró-VIDA do Brasil que o interesse que está por trás dessa liberação é criar jurisprudência a partir deste julgamento para a legalização do aborto no páis, via judiciário, exatamente como ocorreu nos EUA em 1974.
Trata-se de uma estratégia dos abortistas e governo que sabiam que tínhamos revertido, com mobilizações populares em todo o Brasil, a vantagem que eles tinham na Comissão de Seguridade e Família do Congresso Nacional,tanto é que no último dia 07/05 vencemos por 33 a zero, ou seja, os deputados rejeitaram após 16 anos o terrível PL 1135.
Só para vc ter uma idéia, tentamos comprar meia página no Jornal Correio Brasiliense ontem(para ser publicada hoje) e, depois de tudo acertado, negociado e fechado, eles retrocederam quando viram nosso anúncio- que encaminho para vc, com exclusividade, agora.
A diretoria comercial alegou que o anúncio tem um tom muito "opiniativo"(!?).
Confesso que em toda a minha vida empresarial, em contatos comerciais que mantive com grande veículos de comunicação no país, eu nunca tinha visto isso... Estávamos pagando( e caro!) pelo anúncio acima!!!
Ora, a responsabilidade pelo teor do anúncio sob todos os pontos de vista seria nossa, ou seja, de quem assinou a peça publicitária.
Eles não tinham por que temer, á não ser uma retaliação do Governo Federal (diretamente interessado no assunto) em não fazer mais publicidade naquele jornal...
O anúncio não saiu e nem vai sair por puro "boicote". Censura a liberdade de expressão, mesmo!
O "peso" da mídia pró-pesquisas se concentra de forma altamente articulada não apenas em BSB, mas em todo o eixo SP-RIO.
A manipulação é clara. Batsa ver as matérias que a Revista VEJA e a Globo tem publicado sobre o assunto nos últimos meses.
Não tivemos a mínimo chance de mostrar nosso argumentos, NEM PAGANDO... Por Luiz Eduardo Fonte: http://culturadavida.blogspot.com/2008/05/o-boicote-do-movimento-pr-vida-pela.html Cultura da Vida - http://culturadavida.blogspot.com
Artigo de Reinaldo Azevedo:
Quinta-feira, Maio 29, 2008
AOS TRÊS MINISTROS DO SUPREMO QUE AINDA NÃO VOTARAM: células-tronco embrionárias, a demonização do catolicismo e a ética reduzida ao puro pragmatismo
Ontem foi um bom dia para eu proclamar uma das minhas máximas: o verdadeiro negro do mundo é o macho, branco, pobre, heterossexual e... católico! Por que “verdadeiro negro”? Porque ainda é a forma mais fácil de ser oprimido — pelo menos até eu emplacar o meu movimento em defesa dos “indiodescendentes” brasileiros e expropriarmos a “aldeiola” — é a versão indígena do quilombola — de Ipanema. O católico está prestes a se tornar uma “minoria sociológica” no Brasil — embora seja uma esmagadora maioria numérica. Mas se nota, sobretudo em boa parte da imprensa, o óbvio: o que vem da Igreja Católica não serve e, necessariamente, oprime as liberdades. Um católico está no último degrau da cadeia alimentar ideológica — ou no primeiro, a depender de por onde se comece a olhá-la. O católico é sempre o primeiro indivíduo a virar ração dos predadores da cultura ocidental.
Por que digo isso? O ministro Carlos Alberto Direito foi o primeiro a fazer restrições à pesquisa com células-tronco embrionárias, ao menos na forma como ela está expressa na Lei de Biossegurança. Escrevo este texto antes de os jornais entrarem na Internet. Não vou mudá-lo depois. Mas intuo que repetirão o que as TVs não cansaram de martelar ao longo do dia: “Carlos Alberto Direito, ligado à Igreja Católica...” Ele não é “ligado” a coisa nenhuma. É católico, assim como outros, ministros ou não, são protestantes, budistas, agnósticos, ateus. A lembrança, claramente, buscava, ainda que de modo contido, deslegitimar o seu juízo, fazendo-o caudatário de uma “organização”, tratada quase como entidade secreta. E, no entanto, se estava falando daquela que é um dos pilares — não porque quero, mas porque é — da civilização ocidental.
Três outros ministros também fizeram restrições às pesquisas — Ricardo Lewandowski, Cezar Peluso e Eros Grau. No caso deles, como nunca tiveram a “ousadia” ou o “topete” de se declarar crentes — nessa coisa tão exótica e estranha chamada Igreja Católica!!! —, não se procuraram razões escusas ou sub-reptícias para o voto. A determinação explícita, óbvia, escancarada, de demonizar a Igreja Católica ainda é maior do que a vontade de aprovar as pesquisas com células-tronco embrionárias. E, no entanto, eu lhes digo: ser católico não é ilegal, não é imoral e, creio, também não engorda: a gula é pecado.
A inveja que tenho dos sábios
Tenho algumas invejas nada agressivas, coisas leves mesmo: de quem sabe dirigir automóveis; de quem entende o jogo de beisebol; de quem anda em montanha russa... Sei que nunca farei nada disso. Só uma inveja realmente me corrói: a dos que estão certos de que a vida humana não começa na concepção. Invejo também a facilidade com que conseguem renunciar à lógica sem que se sintam flagrados numa falha intelectual. Explico-me.
Plante uma semente de laranja no útero de uma mulher, e, creio, o máximo que vai nascer ali é uma infecção. “Aquilo” — por ora, chamemos assim o embrião — que lá é depositado deve guardar as informações da espécie, ou não daria origem a um semelhante. “Aquilo”, para que frutifique (não emprego o verbo por acaso), precisa estar vivo. E ISSO NOS LEMBRA QUE AQUILO ADMITE PELO MENOS DOIS ESTADOS: VIVO E MORTO. Ninguém me acuse de estar dando “personalidade” àquilo, de estar fazendo vãs prosopopéias: até um pé de alface pode estar vivo ou morto, não é, senhores ministros? Acho que posso dar àquilo a nobreza que se dispensa a um pé de alface, não? Mas sigamos.
Se aquilo guarda todas as informações dos semelhantes de onde deriva, se aquilo se chama “embrião”, e se ele é um embrião humano, é preciso admitir que se está reivindicando a licença de, bem..., como dizer?, matar embriões humanos. Acho que não é, assim, tão chocante empregar para “aquilo” um verbo que cabe até às ervas daninhas: nós matamos ervas daninhas, afinal. Matamos até baratas. Logo, embriões também podem ser mortos — ainda que, à feição do ministro Ayres Brito, possamos preferir chamar aquilo de... sei lá, “aquilo”...
Essa tal vida humana
Acredito que a vida começa na concepção — e direi, adiante, por que isso, à diferença do que parece, nos protegeu ao longo da história e nos protege —, e se trata de uma posição bastante clara, de fácil compreensão. Sim, também é essa a opinião da Igreja Católica. Os cientistas e leigos favoráveis à pesquisa com embriões, obviamente, não podem concordar comigo ou com a Igreja — ou estariam admitindo a eliminação de vidas humanas para salvar... vidas humanas. Daí, então, o debate entre eles: “mas quando começa mesmo?” Bem, seja lá qual for o marco inicial que definam, indago: e que nome dar “àquilo” que vive — sim, é evidente que está vivo, ou não serve pra nada — entre a concepção e o que admitem ser o início da vida? Pré-vida? Semivida? Mais-ou-menos-vida? Quase-vida?
Se não têm uma resposta para a questão “quando começa a vida?’, preferem, igualmente, não dar nome nenhum “àquilo”. Aquilo é aquilo. E toda a argumentação se desloca, então, do que é uma questão ética para o universo do puro pragmatismo: “os embriões serão descartados mesmo; seu destino é o lixo”; “os embriões são considerados inviáveis depois de três anos” (há vários relatos demonstrando que não é assim): “os embriões não estão sendo produzidos para pesquisa; são a sobra do que é obtido para reprodução assistida”; “os casais não querem saber mais dos embriões”.
Observem, então, que o que requer uma definição ética se resolve apenas com respostas circunstanciais. Os quatro votos até agora favoráveis às pesquisas e contrários à ação de inconstitucionalidade fugiram da questão de princípio; dedicaram-se apenas às circunstâncias — à diferença dos quatro ministros que lhes fazem restrições: a estes, a questão de princípio interessou. Todo esse pragmatismo nos faz assim tanto bem?
De volta ao catolicismo
Volto à questão do catolicismo do ministro Direito, lembrado como uma “acusação”. Aquela periodização da história que opõe a Igreja Católica das trevas medievais às luzes que vieram antes (o helenismo) e que teriam vindo depois (o Iluminismo propriamente) é só uma tolice juvenil, que os professores de história insistem ainda hoje em inculcar nos estudantes. Boa parte das reservas à Igreja vem da suposição de que a religião tornou a vida da humanidade mais difícil; de que vida boa mesmo tinham os gregos e seu “antropocentrismo”, por exemplo — não é assim?
Na edição nº 1988 de VEJA, de 22 de dezembro de 2006, escrevi um longo texto intitulado “Somos todos cristãos”. A íntegra está aqui [ http://veja.abril.com.br/271206/p_058.html ]. Reproduzo um trecho:
"O sociólogo americano Rodney Stark sustenta que uma das raízes da expansão cristã é a caridade – elevada por Paulo à condição de primeira virtude. E a outra são as mulheres. Em The Rise of Christianity: a Sociologist Reconsiders History, Stark, professor de sociologia e religião comparada da Universidade de Washington, lembra que, por volta do ano 200, havia em Roma 131 homens para cada 100 mulheres e 140 para cada 100 na Itália, Ásia Menor e África. O infanticídio de meninas – porque meninas – e de meninos com deficiências era "moralmente aceitável e praticado em todas as classes". Cristo e o cristianismo santificaram o corpo, fizeram-no bendito, porque morada da alma, cuja imortalidade já havia sido declarada pelos gregos. Cristo inventou o ser humano intransitivo, que não depende de nenhuma condição ou qualidade para integrar a irmandade universal. As mulheres, por razões até muito práticas, gostaram.
No casamento cristão, que é indissolúvel, as obrigações do marido, observa Stark, não são menores do que as das mulheres. A unidade da família é garantida com a proibição do divórcio, do incesto, da infidelidade conjugal, da poligamia e do aborto, a principal causa, então, da morte de mulheres em idade fértil. A pauta do feminismo radical se volta hoje contra as interdições cristãs que ajudaram a formar a família, a propagar a fé e a proteger as mulheres da morte e da sujeição.”
É impressionante que a média do pensamento que se quer crítico, que defende com tanta energia que a religião fique longe dos debates sobre a ciência, pense na Igreja Católica apenas como fonte de restrições e proibições. A instituição cometeu alguns desatinos ao longo da história (será que a ciência nunca cometeu nenhum?), mas o fato inegável é que a inviolabilidade da vida está entre as causas originais de seu fortalecimento, de sua expansão e de seu enraizamento nas camadas populares — especialmente, sim, as mais pobres. Querer transformar esse legado em nada mais do que obscurantismo é, vejam só, uma forma de obscurantismo. E uma burrice também, decorrente da falta de informação.
Concluo lembrando que outros embates virão pela frente — como o aborto de anencéfalos e, fatalmente, o aborto ele-mesmo. Considera-se a legalização dessas práticas um ato de liberdade, uma “modernização” da legislação. Temo, sim, pela violação de um princípio. Chegará o tempo em que definiremos, muito pragmaticamente, quais vidas merecem ser vividas — já que nos damos o direito de definir o que é ou não vida, ainda que se resista a dar um nome àquela “não-vida” que, se viva não fosse, de nada serviria?
Aos ministros Celso de Mello, Marco Aurélio de Mello e Gilmar Mendes, uma modestíssima advertência: cuidado com o que há de trevas no pensamento dos monopolistas das luzes. Por Reinaldo Azevedo | 05:47 Fonte: http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/2008/05/aos-trs-ministros-do-supremo-que-ainda.html
http://www.reinaldoazevedo.com.br
 Até quando vão enganar os deficientes? por Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz em 02 de maio de 2008 Resumo: A pressa dos defensores do artigo 5º da Lei de Biossegurança é justificável. É possível mentir, mas não se pode mentir indefinidamente. Mais cedo ou mais tarde, os pacientes de doenças degenerativas perceberão que estão sendo instrumentalizados para a causa abortista. Em 2005: na Câmara dos Deputados No dia 2 de março de 2005, deficientes em cadeiras de roda foram transportados até o plenário da Câmara Federal, a fim de pressionar os deputados a aprovarem o Projeto de Lei de Biossegurança (PL 2401/2003), especialmente o seu artigo 5º, que iria permitir a morte de embriões humanos para fins de pesquisa e terapia. Quando foi anunciada a aprovação do projeto, os deficientes se comoveram até as lágrimas. A emoção foi tamanha, que parecia que eles já estavam curados ou que a cura estivesse muito próxima. No dia 24 de março, o Presidente Lula sancionaria essa lei (Lei 11.105/2005), tendo o cuidado de vetar vários artigos, mas mantendo intacto o artigo 5º, que, pela primeira vez na história, autorizava a morte de inocentes. No dia 30 de maio de 2005, o então Procurador Geral da República Cláudio Lemos Fonteles ajuizou a Ação Direta de Inconstitucionalidade n. 3510 (ADI 3510) contra o artigo 5° da Lei de Biossegurança (Lei n.º 11.105/05) alegando que a destruição de embriões humanos contraria a inviolabilidade do direito à vida prevista no artigo 5º, caput, da Constituição Federal. Em 2008: no Supremo Tribunal Federal No dia 5 de março de 2008, o Supremo Tribunal Federal iniciou o julgamento. Novamente os deficientes foram transportados para lá a fim de assistirem à sessão. O presidente Lula foi representado pelo advogado geral da União José Antônio Toffoli, que fez sustentação oral defendendo a morte dos embriões O relator Ministro Carlos Ayres Britto, votou pela improcedência do pedido formulado na ação. Segundo ele, os embriões humanos congelados não são sujeitos de direitos, protegidos pela Constituição Federal. O próximo a votar, Ministro Carlos Alberto Menezes Direito, pediu vista dos autos. Como conseqüência, a votação foi suspensa. A então presidente do Tribunal Ministra Ellen Gracie, resolveu antecipar seu voto acompanhando o relator, ou seja, manifestando-se pela improcedência do pedido. Placar: 2 X 0 em favor da destruição de embriões humanos. O pedido de vistas do Ministro Menezes Direito causou inquietação nos supostos defensores da “ciência”. Por que motivo? Eles continuavam livres para fazer suas “pesquisas”, uma vez que o Tribunal não havia proferido nenhuma decisão cautelar em sentido contrário. Por que tanta pressa? | O QUE SE DIZ... | A VERDADE... | | As pesquisas com células-tronco já trouxeram a cura de inúmeras doenças, como mostram todos os dias os meios de comunicação social. |
Todas as curas até hoje foram obtidas exclusivamente com células-tronco adultas (CTA), que se encontram na medula óssea, na polpa dentária, no cordão umbilical, na placenta e até no tecido adiposo. Como elas são retiradas do próprio paciente, não ocorre rejeição. Também não produzem tumores. E – o que é o mais importante – não requerem a destruição de embriões humanos.
| | As células-tronco extraídas de embriões humanos (CTE) são a grande esperança para a cura de doenças degenerativas. |
Até hoje as células-tronco embrionárias (CTE) só produziram tumores, rejeição, desperdício de dinheiro e de vidas humanas. Ninguém foi curado através delas.
| | Não se pode exigir um sucesso imediato das células-tronco embrionárias (CTE), pois elas só foram isoladas por Jamie Thomson em 1998, portanto há dez anos. |
Em 1998, Thomson isolou células-tronco extraídas de embriões humanos. Mas o estudo de células-tronco embrionárias (CTE) em animais existe desde 1981, quando elas foram isoladas em embriões de camundongo. Até agora, nem sequer em animais se obteve qualquer resultado seguro o bastante para se experimentar qualquer terapia em pessoas. Em 2006, a revista Nature comemorava 25 anos de pesquisa com células-tronco embrionárias[1]. Uma história de fracassos.
| | Pode ser que, com algum tempo de pesquisa, as células-tronco embrionárias (CTE) venham a ter algum resultado terapêutico positivo. |
Se isso, por hipótese, acontecesse, os pacientes deveriam tomar imunossupressores a vida inteira, para evitar a rejeição. E, além disso, seria necessária a “produção” de embriões humanos em escala industrial. Seria preciso destruir não milhares, mas milhões de embriões humanos. Um número bem superior ao de embriões atualmente congelados.
| | Somente as células-tronco embrionárias (CTE) são pluripotentes. As células-tronco adultas (CTA) só conseguem regenerar um número limitado de tecidos. |
Segundo Dra. Natalia López Moratalla[2], as células adultas “possuem o mesmo potencial de crescimento e diferenciação das células-tronco embrionárias e substituem muito bem as possibilidades biotecnológicas sonhadas para aquelas”. Segundo ela, “existem cerca de 600 protocolos que utilizam células-tronco adultas, e não se apresentou nenhum com células de origem embrionária”. Dr. David A. Prentice[3] apresenta-nos um placar de 73 a 0. Setenta e três é o número de patologias até agora tratáveis com células-tronco adultas[4]. Zero é o número de doenças que são tratadas, ou pelo menos aliviadas com as células-tronco embrionárias. [5]  | | Os grandes cientistas do mundo inteiro colocam suas esperanças nas células-tronco embrionárias (CTE). |
James Thomson (o mesmo que isolou em 1998 as CTE humanas) e Ian Wilmut (o criador da ovelha Dolly) decidiram, por motivos puramente utilitaristas, abandonar as pesquisas que envolvem destruição de embriões humanos para concentrar-se nas células tronco pluripotentes induzidas (CTPI). Trata-se de uma técnica revolucionária que permite produzir células pluripotentes através da reprogramação de células da pele. Os resultados em camundongos têm sido promissores, inclusive para o tratamento do mal de Parkinson.[6] Dra. Natalia López Moratalla é contundente: “As células-tronco embrionárias fracassaram; a esperança para os enfermos está nas células adultas”.
| | Os embriões humanos congelados, se não forem utilizados para pesquisas, não terão outro destino senão o lixo. |
Jogar embriões no lixo é o grande desejo das clínicas de reprodução artificial. Mas eles, se não forem queridos pelos pais, podem perfeitamente ser encaminhados para a adoção.
| | Adotar um embrião é uma utopia. Isso jamais aconteceria. |
Isso já acontece. Nos Estados Unidos, há várias organizações que facilitam a adoção de embriões congelados, entre as quais: Embryos Alive, Snowflakes e National Embryo Donation Center. Na Itália, onde a Lei 40, de 19/02/2004, proibiu o congelamento, e o descarte de embriões humanos, o Comitê Nacional de Bioética (CNB) propôs que os embriões congelados já existentes sejam implantados no útero de voluntárias que resolvam tornar-se mães adotivas, com reconhecimento legal da adoção.[7]
| | Após três anos de congelamento, os embriões tornam-se inviáveis para a implantação no útero. |
Diz o CNB do governo italiano: “Esse argumento não encontra fundamento da literatura científica, pela qual não existem hoje evidências de perda de vitalidade nos embriões, mesmo depois de muitíssimos anos de crioconservação”.
| | Há embriões com menos de três anos que são inviáveis. Eles morrerão mesmo se forem implantados no útero. |
Não há meio de saber se a implantação será ou não bem sucedida, a não ser o “adivinhômetro”. Com toda a sua experiência, Dra. Alice Teixeira[8] afirma: “Desconheço qualquer critério que permita dizer se [o embrião] é viável ou não”.
| | A liberação de pesquisa com células-tronco embrionárias (CTE) nada tem a ver com a liberação do aborto. |
A permissão de matar embriões humanos congelados tem tudo a ver com o aborto. A única diferença é que tais embriões estão fora do útero, enquanto as vítimas do aborto encontram-se dentro do organismo materno. Os grandes interessados do artigo 5º da Lei de Biossegurança são os promotores do aborto. De fato, tal artigo, se for declarado constitucional, criará um perigosíssimo precedente para a legalização do aborto no país. Tal decisão será uma tragédia nacional, comparável à decisão Roe versus Wade, com que a Suprema Corte dos EUA liberou o aborto em todo o país, em 1973.
| A mentira tem pernas curtas A pressa dos defensores do artigo 5º da Lei de Biossegurança é justificável. É possível mentir, mas não se pode mentir indefinidamente. Mais cedo ou mais tarde, os pacientes de doenças degenerativas perceberão que estão sendo instrumentalizados para a causa abortista. E quando isso acontecer, será muito mais difícil convencer os Ministros do Supremo a aprovar a matança dos embriões. No cenário atual, falar de esperança em relação às células-tronco embrionárias (CTE) apresenta-se como fantasia. O que não é fantasioso, mas real, é que a declaração de que o embrião humano não tem direitos — se for feita pela Suprema Corte — será um imenso salto negativo, que abrirá as portas para o aborto, a eutanásia e outras formas de atentado à vida humana. Num futuro próximo os legisladores ou juízes poderão declarar que os paralíticos não são pessoas, que os portadores da síndrome de down não são humanos, que os anciãos que sofrem do mal de Alzheimer não têm direitos. E em nome da “ciência” será autorizada a eliminação desses “subumanos” em proveito dos verdadeiros “humanos”. Roma, 30 de abril de 2008. Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz Presidente do Pró-Vida de Anápolis Telefax: 55+62+3321-0900 Caixa Postal 456 75024-970 Anápolis GO http://www.providaanapolis.org.br [1] Disponível em: http://www.nature.com/nature/focus/stemcells25years/index.html. Acesso em: 24 mar. 2008. [2] Catedrática de Biologia Molecular e Presidente da Associação Espanhola de Bioética e Ética Médica. Cf. ÁLVAREZ, Inmaculada. Natalia López Moratalla: Pesquisa com células embrionárias fracassou. Zenit 23-04-2008 Disponível em: http://www.zenit.org/article-18217?l=portuguese . Acesso em: 26 abr. 2008. [3] PhD da Universidade de Kansas, internacionalmente conhecido como perito em pesquisas em células-tronco, membro fundador do “Do No Harm: The Coalition of Americans for Research Ethics” [4] Essa lista engloba diversos tipos de câncer, doenças auto-imunes, doenças cardiovasculares, doenças neurodegenerativas, imunodeficiências, feridas e lesões, anemias e outras doenças do sangue, doenças dos olhos, do fígado, da vesícula e “outros distúrbios metabólicos”. [5] Disponível em: http://www.stemcellresearch.org/facts/treatments.htm Acesso em 28 mar. 2008. [6] CIENTISTAS dos EUA tratam Parkinson com células-tronco "reprogramadas". Folha de São Paulo. 07/04/2008 - 18h23. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u389831.shtml Acesso em: 26 abr. 2008. [7] COMITATO NAZIONALE PER LA BIOETICA. L’adozione per la nascita (APN) degli embrioni crioconservati e residuali derivanti da procreazione medicalmente assistita (P.M.A). 18 nov. 2005. Disponível em: http://www.palazzochigi.it/bioetica/testi/APN.pdf. Acesso em: 18 mar. 2008. [8] Livre-docente de Biofísica da UNIFESP/EPM, há cerca de 20 anos vem desenvolvendo pesquisa em Biologia Celular, tentando esclarecer os complexos mecanismos de sinalização celular. Fonte: http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=6554 Mídia Sem Máscara - http://www.midiasemmascara.com.br
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(matérias bem escritas serão elogiadas também. Mas jornais, revistas e canais de rádio/TV católicos não contam, para esses é obrigação não cometer erros sobre a Igreja)" http://elesnaosabem.blogspot.com
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